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Mostrando postagens de março, 2012

Lagrimas da Avareza

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                    Meus olhos brilham ao por do sol, meu martírio, minha vida é esperar que minha infância um dia venha. Meu passado e presente se resumem a pessoas e seus desejos. Minha face bela esconde um monstro, sim um monstro que tem o poder de fazer sonhar acordado e trazer pesadelos no fim do mês.            Todos os planos, expectativas e sentimentos oscilaram até desaparecerem com cada palavra dita naquela viajem sem volta e sem ninguém. Sempre quis ver aquela torre, aquele relógio gigantesco que agora os seus ponteiros no lento passo do compasso dos segundos passados expandiam a única coisa que eu tinha no momento, medo, medo desse novo mundo, medo de nunca mais voltar, medo de ficar sempre só.            Tudo que eu temia concretizou-se com uma força maior do que eu imaginava. ...

Alcançando o Mel

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                       Vejo conotações e denotações em um contexto onde não há figuras de linguagem e as imagens não tem sentido figurado.        Oh Meu carnaval sambado, que antecede a destruição do meu carnal ao largado e alagado de abandono, pois o dono está a vagar pelas fortalezas.         Esse Canal que o sinal derrete-se na chuva, seus telespectadores tem uma única suplica: “Não nos deixe acordar numa nau". (Kayron Rafael)

Cartas

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Com o desengano no enredo, vejo tudo se repetir, eu paro sento e sinto no vento o som do medo. Perguntando-me: se sei o que vai acontecer, por que faço? Dizem que é o hábito ou sorte, que sorte? Não acredito em acaso e se há casos desconheço. (Kayron Rafael)