Vejo conotações e denotações em um contexto onde não há figuras de linguagem e as imagens não tem sentido figurado. Oh Meu carnaval sambado, que antecede a destruição do meu carnal ao largado e alagado de abandono, pois o dono está a vagar pelas fortalezas. Esse Canal que o sinal derrete-se na chuva, seus telespectadores tem uma única suplica: “Não nos deixe acordar numa nau". (Kayron Rafael)
Com o desengano no enredo, vejo tudo se repetir, eu paro sento e sinto no vento o som do medo. Perguntando-me: se sei o que vai acontecer, por que faço? Dizem que é o hábito ou sorte, que sorte? Não acredito em acaso e se há casos desconheço. (Kayron Rafael)
Vendo aquelas lembranças passadas para o papel em forma de imagem, vem de passagem lagrimas aos olhos, não sei se é de dor ou de alegria, é tudo tão confuso e forte que saio de mim e vejo rápidas cenas se repetirem, nos mesmos lugares em dimensões diferentes e fico pensando se estou me vencendo, pensando se vou ver esse filme passar novamente após a minha morte, pois em vida só se ver cenas distorcidas como algo abstrato, queria ver a minha doçura infantil e me ver crescer como se eu fosse meu próprio pai, acompanhando com orgulho, queria também lembrar todas aquelas faces, aquelas figuras que não encontro mais, aqueles gestos e vozes que pouco a pouco vão saindo da minha memória, pois a cada dia que passa luto a batalha da morte onde cada luta diária que sobrevivo envelheço e ganho grandes tempestades de experiência até trasbordar o mar da minha mente, afogar os meus olhos em águas salgadas, minha respiração parar e min...
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