O Cão





Sinto-me como um objeto velho abandonado
Jogado ao relento desprezível e isolado
Por sua presença que me faz amar

Sinto-me como o chão
Desprezado perfurado
Pisado sem manutenção

E essa depressão que me desgraça
Sinto-me fruto dessa raça
Que prega a farsa e a escuridão

Pela madrugada, com meu violão
Tento tirar o Desprezo e a solidão
Mas me vem no pensamento,
De Muita aflição

Aflito pelo nosso conflito
E quem dera saísse desse atrito
E novamente pudesse segurar a tua mão
E ser feliz novamente

Mas sei que você não esqueceu
Todo nosso amor e historia
E essa nossa linda trajetória
Que em nossas vidas aconteceu. (Kayron Rafael & Marquinhos)

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